
SCREAM 3 (BR: Pânico 3)
Ano: 2000
Direção: Wes Craven
Com: Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette, Parker Posey
Do que se trata?
No terceiro e último episódio da trilogia de Pânico, Sidney percebe que não pode mais fugir de seu passado. Inspirado em vários filmes de terror, o assassino mais uma vez retorna, mas desta vez, todas as regras de uma trilogia foram quebradas.
Eu juro que tento, mas não sei como todos os filmes da franquia Pânico conseguem ser bons. Levando em conta as desgraças feitas nos filmes que sucedem à A Hora do Pesadelo, Sexta-feira 13 e até mesmo outros, fica difícil acreditar que ainda existam continuações bem feitas e legais de se assistir. Pânico 3 não é diferente de seus antecessores, o mote principal fica à cargo de um assassino que deseja - a todo custo - acabar com a vida de Sidney Prescott (Neve Campbell), que, vamos combinar, tiraria 10 se fizesse faculdade de medicina. Claro, porque ao lado de Gale Weathers (Courteney Cox) e Dewey (David Arquette), a mocinha é uma das únicas a se safar do assassino em todos os filmes da franquia. Muito ferida, mas viva.
O terceiro filme cria um clima diferente da Woodsboro que sediou os dois anteriores, se passa em um estúdio de cinema em Los Angeles, onde os atores do filme Punhalada 3 (que conta a história do massacre de Woodsboro) estão sendo assassinados por um novo ghostface. Ou seria um antigo? O maníaco revela ter sido o autor do assassinato de Maureen Prescott, mãe de Sid, anos antes, o que joga por terra o épico desfecho do primeiro capítulo da saga da jovem.
Há também pontos baixos no filme, mas, para mim, o principal foi um novo assassino para Maureen Prescott. O que entendi foi que, na falta de uma história para continuar o começado em Scream (1996) e Scream 2 (1997), os roteiristas simplesmente resolveram fazer um remake oculto, digamos assim, dos dois primeiros filmes. Na película existem várias cenas que remetem à Woodsboro, como por exemplo uma cena de Sidney no banheiro do set, relembrando a primeira obra. Mas, se olhar por outro lado, você pode levar como uma auto-homenagem da equipe. Ou não.
De longe, é o pior filme da franquia. Mas isso não significa que seja ruim, só não possui a qualidade de seus antecessores. A ideia de mudar o cenário, os ares, foi boa, mas mal utilizada. Los Angeles em si foi mal explorada, o filme se resume à set de filmagens de A Punhalada, delegacia e um ou outro cenário à parte. De qualquer modo, indico sim. No quesito susto foi bom, fugiu um pouco dos clichês (muito bem utilizados, diga-se de passagem) vistos nos anteriores e foi fácil ver o assassino em um local inesperado. E sobre o psicótico da vez? Bom, surpreendente, diria. Não vou revelar quem é, claro, mas posso dizer que é quem você menos espera. Bu.
Ps.: O visual de Gale é sinceramente o melhor. Não que seja grande coisa, mas consegue sapatear nos anteriores apresentados pela personagem.
O terceiro filme cria um clima diferente da Woodsboro que sediou os dois anteriores, se passa em um estúdio de cinema em Los Angeles, onde os atores do filme Punhalada 3 (que conta a história do massacre de Woodsboro) estão sendo assassinados por um novo ghostface. Ou seria um antigo? O maníaco revela ter sido o autor do assassinato de Maureen Prescott, mãe de Sid, anos antes, o que joga por terra o épico desfecho do primeiro capítulo da saga da jovem.
Há também pontos baixos no filme, mas, para mim, o principal foi um novo assassino para Maureen Prescott. O que entendi foi que, na falta de uma história para continuar o começado em Scream (1996) e Scream 2 (1997), os roteiristas simplesmente resolveram fazer um remake oculto, digamos assim, dos dois primeiros filmes. Na película existem várias cenas que remetem à Woodsboro, como por exemplo uma cena de Sidney no banheiro do set, relembrando a primeira obra. Mas, se olhar por outro lado, você pode levar como uma auto-homenagem da equipe. Ou não.
De longe, é o pior filme da franquia. Mas isso não significa que seja ruim, só não possui a qualidade de seus antecessores. A ideia de mudar o cenário, os ares, foi boa, mas mal utilizada. Los Angeles em si foi mal explorada, o filme se resume à set de filmagens de A Punhalada, delegacia e um ou outro cenário à parte. De qualquer modo, indico sim. No quesito susto foi bom, fugiu um pouco dos clichês (muito bem utilizados, diga-se de passagem) vistos nos anteriores e foi fácil ver o assassino em um local inesperado. E sobre o psicótico da vez? Bom, surpreendente, diria. Não vou revelar quem é, claro, mas posso dizer que é quem você menos espera. Bu.
Ps.: O visual de Gale é sinceramente o melhor. Não que seja grande coisa, mas consegue sapatear nos anteriores apresentados pela personagem.
Avaliação: ★★★★★ (3/5)
Por Tony
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