BONNIE AND CLYDE (BR: Bonnie & Clyde - Uma Rajada de Balas)
Ano: 1967
Direção: Arthur Penn
Com: Warren Beatty, Faye Dunaway, Michael J. Pollard, Gene Hackman, Estelle Parsons
Avaliação: ★★★★★ (5/5)
Do que se trata?
O filme conta de maneira romanceada a história real de Bonnie Parker e Clyde Barrow, um jovem casal de assaltantes de banco e assassinos que aterrorizaram os estados centrais dos Estados Unidos durante a Grande Depressão no país.
Responsável por uma mudança drástica na linguagem cinematográfica de Hollywood, foi o primeiro filme que assisti no computador, isso ainda em 2010. Bonnie & Clyde conta a história do lendário casal bandido que assolou os Estados Unidos no séc. XX. Uma verdadeira obra-prima que conheci por intermédio de uma coleção da revista Veja que, por obséquio, não pude adquirir. Mas nem por isso deixei de conferir o filme! Lutei, até que encontrei na internet, e assisti no mesmo dia.
No começo, o desenrolar do filme acontece de uma forma um tanto quanto rápida. Já na primeira cena os dois se conhecem e em menos de dez minutos, Bonnie já vira cúmplice e foge com Clyde, mas isso não impede que a obra satisfaça como um todo. Faye Dunaway esbanja química e charme ao lado de Warren Beatty, criando um dos casais mais espetaculares do cinema. Charme, aliás, o filme tem de sobra! Amo filmes antigos e por isso sou meio suspeito para falar, mas confesso que quando não me agrada não tenho medo algum de criticar. Não vi nenhum ponto ruim em Uma Rajada de Balas, mas devo ressaltar que nem sempre agradará à todos.
O amor entre o casal é puro, visível. A relação dos dois protagonistas é especial e chega a ser uma fofura ver o Clyde de Beatty sempre tentando impressionar cada vez mais a já apaixonada Bonnie (Faye). Inclusive, a abertura do filme traz imagens verdadeiras dos dois, o que acho bem interessante!
Quando o casal se junta ao irmão de Clyde, Buck (Gene Hackman), e sua amante, Blanche (Estelle Parsons), o filme ganha uma veia cômica em certos pontos. Blanche, despirocada, consegue arrancar risadas com seu jeito de ser. Enquanto tenta passar uma imagem de séria, só consegue divertir. Aliás, a voz da atriz contribui bastante para o tom cômico da personagem, uma vez que chega até a ser irritante ouvi-la por muito tempo.
Para fechar com chave do ouro esta pérola do cinema, temos o alvejamento dos amantes bandidos. Uma cena direta, sem enrolações, que corta o coração do espectador. Sim, eles eram ladrões, mas na obra como um todo não tem como não se envolver com o amor que os envolve. Sou leigo quanto aos verdadeiros Bonnie e Clyde, mas os retratados no filme são apenas um casal jovem, inocente à parte, e de coração bom.
Não vai ser fácil encontrar a película - que diga-se de passagem está em 27º na lista dos 100 maiores filmes de todos os tempos do American Film Institute, mas se você conseguir, não hesite, assista! Um de meus filmes favoritos, não perco a chance de rever quando posso.

No começo, o desenrolar do filme acontece de uma forma um tanto quanto rápida. Já na primeira cena os dois se conhecem e em menos de dez minutos, Bonnie já vira cúmplice e foge com Clyde, mas isso não impede que a obra satisfaça como um todo. Faye Dunaway esbanja química e charme ao lado de Warren Beatty, criando um dos casais mais espetaculares do cinema. Charme, aliás, o filme tem de sobra! Amo filmes antigos e por isso sou meio suspeito para falar, mas confesso que quando não me agrada não tenho medo algum de criticar. Não vi nenhum ponto ruim em Uma Rajada de Balas, mas devo ressaltar que nem sempre agradará à todos.

O amor entre o casal é puro, visível. A relação dos dois protagonistas é especial e chega a ser uma fofura ver o Clyde de Beatty sempre tentando impressionar cada vez mais a já apaixonada Bonnie (Faye). Inclusive, a abertura do filme traz imagens verdadeiras dos dois, o que acho bem interessante!
Quando o casal se junta ao irmão de Clyde, Buck (Gene Hackman), e sua amante, Blanche (Estelle Parsons), o filme ganha uma veia cômica em certos pontos. Blanche, despirocada, consegue arrancar risadas com seu jeito de ser. Enquanto tenta passar uma imagem de séria, só consegue divertir. Aliás, a voz da atriz contribui bastante para o tom cômico da personagem, uma vez que chega até a ser irritante ouvi-la por muito tempo.

Para fechar com chave do ouro esta pérola do cinema, temos o alvejamento dos amantes bandidos. Uma cena direta, sem enrolações, que corta o coração do espectador. Sim, eles eram ladrões, mas na obra como um todo não tem como não se envolver com o amor que os envolve. Sou leigo quanto aos verdadeiros Bonnie e Clyde, mas os retratados no filme são apenas um casal jovem, inocente à parte, e de coração bom.
Não vai ser fácil encontrar a película - que diga-se de passagem está em 27º na lista dos 100 maiores filmes de todos os tempos do American Film Institute, mas se você conseguir, não hesite, assista! Um de meus filmes favoritos, não perco a chance de rever quando posso.

Por Tony
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