MINHA MÃE É UMA PEÇA - O FILME
Ano: 2013
Direção: André Pellenz
Com: Paulo Gustavo, Alexandra Richter, Rodrigo Pandolfo, Suely Franco, Ingrid Guimarães, Herson Capri, Mariana Xavier
Do que se trata?
Adaptação da comédia que já levou quase um milhão de espectadores aos teatros pelo Brasil, “Minha Mãe é uma Peça – O Filme”, acompanha as hilárias peripécias de Dona Hermínia, uma mulher de meia idade, aposentada, que após ser trocada pelo marido por uma mulher mais nova e não ter mais que cuidar dos filhos já crescidos, tem como preocupação maior procurar o que fazer. Sem um trabalho ou um companheiro, a nada simpática Dona Hermínia passa seu tempo desabafando com a tia idosa, fugindo da vizinha fofoqueira, ou “enchendo o saco” dos filhos ao tentar continuar a “cuidar” da vida deles.
Fui ver o filme "Minha Mãe É Uma Peça" no cinema pela primeira vez mês passado e fiquei imaginando se era possível uma comédia brasileira não ter a famosa "saliência" que já é uma marca registrada (vergonha alheia, por sinal) dos filmes da nossa terra. E me surpreendi, confesso. O texto é clichê e a história, idem. Mas é impossível ignorar a brilhante atuação de Paulo Gustavo na pele da desbocada Dona Hermínia, uma mulher de meia idade e que cria Juliano, um adolescente homossexual, e Marcelina, uma gordinha pra lá de metida. Daí já sabemos: Dona Hermínia é daquelas protetoras que pega mesmo no pé!
O elenco é cheio de nomes renomados. Ingrid Guimarães, a Alice da saga "De Pernas pro Ar", vive uma socialite metida à besta que casou-se com Carlos Alberto, personagem de Herson Capri. O mesmo era o marido de Hermínia e pai dos três filhos da desbocada. Sim, três! Ela teve mais um, que já está casado e mora longe, o tímido Garibe. O ápice do filme é quando Hermínia liga para Juliano sobre o mesmo ter esquecido a bombinha de asma e o filho "encubado" da personagem de Paulo Gustavo deixa o celular ligado. Resultado: Marcelina inicia um diálogo falando horrores da própria mãe e a mesma decide tirar umas férias de longos dias na casa da tia dela, a tia Zélia.
É quando o filme começa de vez e ganha forma. Dona Hermínia vai se recordando de como fora a criação de seus filhos desde a infância até ao que são hoje. Em cenas que se intercalam uma à outra, a "mãezona" vai narrando cada fase da vida de seus filhos em cenas que nos fazem rir de uma forma que não se vê há anos no cinema brasileiro. Uma verdadeira surpresa. O final nos faz refletir da importância da mãe na nossa criação e, confesso, me emocionei. E a surpresa maior fica na exibição dos créditos, quando fica evidenciado que a Dona Hermínia, na verdade, é a mãe do Paulo Gustavo! Sim, a Dona Hermínia existe. E é a mãe do criador da protagonista mais pilhérica dos lançamentos. E, convenhamos, Paulo Gustavo soube imitar a mãe direitinho!
O elenco é cheio de nomes renomados. Ingrid Guimarães, a Alice da saga "De Pernas pro Ar", vive uma socialite metida à besta que casou-se com Carlos Alberto, personagem de Herson Capri. O mesmo era o marido de Hermínia e pai dos três filhos da desbocada. Sim, três! Ela teve mais um, que já está casado e mora longe, o tímido Garibe. O ápice do filme é quando Hermínia liga para Juliano sobre o mesmo ter esquecido a bombinha de asma e o filho "encubado" da personagem de Paulo Gustavo deixa o celular ligado. Resultado: Marcelina inicia um diálogo falando horrores da própria mãe e a mesma decide tirar umas férias de longos dias na casa da tia dela, a tia Zélia.
É quando o filme começa de vez e ganha forma. Dona Hermínia vai se recordando de como fora a criação de seus filhos desde a infância até ao que são hoje. Em cenas que se intercalam uma à outra, a "mãezona" vai narrando cada fase da vida de seus filhos em cenas que nos fazem rir de uma forma que não se vê há anos no cinema brasileiro. Uma verdadeira surpresa. O final nos faz refletir da importância da mãe na nossa criação e, confesso, me emocionei. E a surpresa maior fica na exibição dos créditos, quando fica evidenciado que a Dona Hermínia, na verdade, é a mãe do Paulo Gustavo! Sim, a Dona Hermínia existe. E é a mãe do criador da protagonista mais pilhérica dos lançamentos. E, convenhamos, Paulo Gustavo soube imitar a mãe direitinho!
Avaliação: ★★★★★ (4/5)
Por João Marchesini
filme otimo vi no teatro e vi no cinema muito bom rsrs (k)
ResponderExcluir